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	<title>Pnordico@Gentoo-BR &#187; Gentoo Linux</title>
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	<description>Gentoo GNU/Linux - Queck!</description>
	<lastBuildDate>Sat, 31 Jul 2010 15:59:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Conheça o Gentoo Linux</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 01:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[
O que é o Gentoo?
O Gentoo é um sistema operacional livre baseado em Linux e/ou FreeBSD que pode ser otimizado e customizado para praticamente qualquer aplicação ou necessidade. Configurabilidade extrema, alta performance e alto nível da comunidade de usuários e desenvolvedores são as grandes marcas da experiência do Gentoo.
O Gentoo traz consigo uma ferramenta que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://pnord.gentoobr.org/files/2010/07/Larrythecow.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-304" title="Larrythecow" src="http://pnord.gentoobr.org/files/2010/07/Larrythecow.png" alt="" width="640" height="400" /></a></p>
<p><strong>O que é o Gentoo?</strong></p>
<p>O Gentoo é um sistema operacional livre baseado em Linux e/ou FreeBSD que pode ser otimizado e customizado para praticamente qualquer aplicação ou necessidade. Configurabilidade extrema, alta performance e alto nível da comunidade de usuários e desenvolvedores são as grandes marcas da experiência do Gentoo.</p>
<p>O Gentoo traz consigo uma ferramenta que torna-o capaz de ser instalado a gosto do usuário, podendo torná-lo um robusto e seguro sistema para servidores, um ambiente de trabalho com todos os recursos necessários, uma estação de desenvolvimento ou qualquer outra coisa que atenda às necessidades do usuário. Tudo isso graças ao <em><strong>portage</strong></em>.</p>
<p><strong>O que é o Portage?</strong></p>
<p>O <em><strong>Portage</strong></em> é o coração do Gentoo e executa suas principais funções. Por alto, o Portage é o sistema de distribuição de software do Gentoo, o que em outras distribuições também é chamado Gerenciador de Pacotes. O Portage mantém uma árvore que contém uma coleção completa de scripts que podem ser utilizados para a criação e instalação de programas no Gentoo. Atualmente existem mais de 10000 pacotes na árvore do portage com atualizações e novas adições sendo realizadas a todo instante.</p>
<p>O Portage também é uma ferramenta de compilação e instalação de programas. Quando você quiser instalar um programa o portage automaticamente compilará uma versão customizada do programa de acordo com as especificações do usuário, otimização para seu hardware e garantindo que as funções opcionais do programa que você tenha selecionado estejam ativadas &#8212; e as que você não deseja estejam desativadas.</p>
<p><strong>Quer saber mais sobre o Gentoo?</strong></p>
<p style="text-align: center">Visite-nos no canal <strong>#gentoo-br</strong> na rede <strong>Freenode</strong> ou</p>
<p style="text-align: center">Visite <a href="http://www.gentoo.org" target="_blank">www.gentoo.org</a> ou</p>
<p style="text-align: center">Visite <a href="http://www.gentoobr.org" target="_blank">www.gentoobr.org</a></p>
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		<title>Vantagens, desvantagens e diferenças do Gentoo Linux – Software Branches</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 01:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gentoo Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[VDD]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentando os software branches (Ramos de Software)
Todo ebuild deve especificar uma variável keywords. Essa variável é utilizada para indicar a compatibilidade e estabilidade do pacote e do ebuild em cada plataforma (arch) [x86, amd64, sparc, ppc, ...]
Assim como outras distribuições classificam seus pacotes de acordo com sua estabilidade (stable, testing, unstable) o Gentoo Linux utiliza os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apresentando os software branches (Ramos de Software)</strong></p>
<p>Todo ebuild deve especificar uma variável <em>keywords</em>. Essa variável é utilizada para indicar a compatibilidade e estabilidade do pacote e do ebuild em cada plataforma (arch) [x86, amd64, sparc, ppc, ...]<br />
Assim como outras distribuições classificam seus pacotes de acordo com sua estabilidade (stable, testing, unstable) o Gentoo Linux utiliza os diferentes níveis de <em>keywords</em> para indicar em qual branch (ramo) o pacote se encontra.</p>
<p><strong>Os Diferentes Níveis de <em>keyword</em></strong></p>
<p><strong><em>arch</em> </strong>[Ex.: <em>x86, ppc, amd64, ...</em>]<br />
Equivalente ao ramo <em>stable</em>, indica que o programa na versão disponibilizada e o ebuild foram amplamente testados e não possuem problemas sérios na plataforma indicada pelo <em>keyword</em>. É o valor padrão assumido pelo sistema.</p>
<p><strong><em>~arch</em> </strong>[Ex.: ~<em>x86, ~ppc, ~amd64, ...</em>]<br />
Equivalente ao ramo <em>testing</em>, indica que o programa na versão disponibilizada e o ebuild deve funcionar sem possuir bugs sérios, porém mais testes são necessários antes do pacote ser considerado estável (com a keyword <em>arch</em>)</p>
<p><strong><em>-arch</em> </strong>[Ex.: -<em>x86, -ppc, -amd64, ...</em>]<br />
Não possui ramo equivalente, indica que o programa na versão disponibilizada não está disponível e não vai funcionar na plataforma indicada pelo <em>keyword</em>.</p>
<p><strong><em>Sem keyword</em></strong><br />
Um pacote que não possui nenhuma <em>keyword</em> associada para determinada plataforma indica que não sabemos se o pacote vai funcionar naquela plataforma específica e que mais testes são necessários.</p>
<p><strong><em>Hard Mask [M]</em></strong><br />
Equivalentes ao ramo <em>unstable</em>, pacotes <em>&#8220;mascarados&#8221;</em> ou <em>hard masked</em> são aquelas versões de programas e ebuilds considerados instáveis ou em desenvolvimento (como versões beta, por exemplo) e seu uso não é recomendável se você não souber o que estará fazendo.</p>
<p><span id="more-174"></span></p>
<p><strong>Utilizando os Software Branches (Ramos de Software)</strong></p>
<p>O Gentoo Linux, através de sua ferramenta de gerenciamento de pacotes, permite que combinações de programas de todos os ramos sejam utilizadas a gosto do usuário. Por exemplo, pode-se escolher o ramo <em>&#8217;stable&#8217;</em> (<em>arch)</em> como principal e, ainda assim, instalar determinados programas do ramo <em>&#8216;testing&#8217;</em> (<em>~arch</em>).</p>
<p>A variável <em><strong>ACCEPT_KEYWORDS</strong></em> do arquivo <em>make.conf</em> define qual será o ramo de software principal do seu sistema e o valor padrão (quando a variável não existe no arquivo) é o <em>arch</em> (stable).</p>
<p>Ao utilizar o ramo <em>&#8217;stable&#8217; </em>(<em>arch</em>) é possível indicar ao sistema quais softwares deverão ser instalados utilizando a versão do ramo <em>&#8216;testing&#8217; </em>(<em>~arch</em>) bastando, para isso, adicionar o nome do programa com a categoria ao arquivo<em> /etc/portage/package.keywords </em>utilizando seu editor de texto preferido ou um conjunto de funções do shell/bash (Ex.: app-office/openoffice-bin ). É possível também escolher uma versão específica referenciando também o número da versão especifica que deseja-se permitir a instalação (Ex.: =app-office/openoffice-bin-3.2.0 ) [Note o '=' antes da categoria]</p>
<p>Para permitir a instalação de pacotes que estão mascarados (<em>hard masked</em>), ou seja, são considerados do ramo <em>&#8216;unstable&#8217; </em>[<em>M</em>], basta adicionar adicionar o nome do programa com a categoria ao arquivo<em> /etc/portage/package.unmask </em>utilizando seu editor de texto  preferido ou um conjunto de funções do shell/bash (Ex.:  app-office/openoffice-bin ). É possível também escolher uma versão específica referenciando também o  número da versão especifica que deseja-se permitir a instalação (Ex.:  =app-office/openoffice-bin-3.2.0 ) [Note o '=' antes da categoria]</p>
<p>Para permitir a instalação de pacotes que acusem <em>missing keywords</em> (sem keyword), basta adicionar o nome do programa com a categoria seguido de <em>**</em> ao arquivo <em>/etc/portage/package.keywords</em> utilizando seu editor de texto preferido ou um conjunto de funções do shell/bash (Ex.: app-office/openoffice-bin ** ). É possível também escolher uma versão específica referenciando também o número da versão especifica que deseja-se permitir a instalação (Ex.: =app-office/openoffice-bin-3.2.0 ** ) [Note o '=' antes da categoria e dois asteriscos <em>'**'</em> após a entrada]</p>
<p>Existem muitas outras variáveis de controle e seleção de pacotes e ramos. Para obter mais informações sobre elas leia as man pages do portage (<em>man portage</em>)</p>
<p><strong>Para mais informações sobre o tema leia:</strong><br />
<a href="http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/handbook-x86.xml?part=3&amp;chap=3" target="_blank">Gentoo Handbook: Mixing Software Branches</a><br />
<a href="http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/handbook-x86.xml?part=2&amp;chap=1" target="_blank">Gentoo Handbook: A Portage Introduction</a><br />
<a href="http://devmanual.gentoo.org/keywording/index.html" target="_blank">Gentoo Development Guide: Keywording</a></p>
<p><strong>Mais posts da série &#8220;Vantagens, Desvantagens e Diferenças do Gentoo Linux&#8221; &#8211; <a href="http://pnord.gentoobr.org/tag/vdd/" target="_blank">Clique Aqui</a></strong></p>
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		<title>isCallerPrivileged() failed</title>
		<link>http://pnord.gentoobr.org/2010/01/18/iscallerprivileged-failed/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 05:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente deparei-me com essa mensagem ao espetar qualquer dispositivo de mídia removível (USB), onde o sistema alegava ser impossível montar a unidade alegando apenas que isCallerPrivileged() failed. Pesquisando mais sobre o problema, descobri que usuários do KDE4 também relataram a ocorrência e encontrei o seguinte bug report: http://bugs.gentoo.org/show_bug.cgi?id=296153
Dando duas sugestões para evitar o problema (ambas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente deparei-me com essa mensagem ao espetar qualquer dispositivo de mídia removível (USB), onde o sistema alegava ser impossível montar a unidade alegando apenas que <em>isCallerPrivileged() failed</em>. Pesquisando mais sobre o problema, descobri que usuários do KDE4 também relataram a ocorrência e encontrei o seguinte bug report: <a href="http://bugs.gentoo.org/show_bug.cgi?id=296153" target="_blank">http://bugs.gentoo.org/show_bug.cgi?id=296153</a></p>
<p>Dando duas sugestões para evitar o problema (ambas funcionaram aqui).</p>
<p>A primeira sugestão, que funcionou sem mais problemas, foi adicionar o <em>consolekit</em> ao <em>default runlevel</em>.</p>
<blockquote><p><em>rc-update add consolekit default</em></p></blockquote>
<p>A segunda sugestão, que na verdade é um workaround e não uma solução propriamente dita, é reiniciar o daemon do HAL, o que também funcionou, mas tem o inconveniente de reiniciar também o X.</p>
<blockquote><p><em>/etc/init.d/hald restart</em></p></blockquote>
<p>Ficam dadas as sugestões e, caso tenha tempo e interesse, colabore com mais informações para a resolução do bug no bugzilla.</p>
<p><strong>UPDATE</strong></p>
<p>Seguindo a sugestão do Yporti (<a href="http://yporti.med.br/" target="_blank">http://yporti.med.br/</a>) resolvi remover o policykit das minhas USE flags (USE=&#8221;-policykit&#8221;) e, até então, tudo voltou a funcionar como deve normalmente.</p>
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		<title>HP Laserjet no Gentoo</title>
		<link>http://pnord.gentoobr.org/2009/12/05/hp-laserjet-no-gentoo/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 06:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>

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		<description><![CDATA[Após passar algum tempo tentando instalar a minha impressora HP Laserjet no Gentoo, finalmente obtive sucesso.
Ao tentar fazer uma instalação normal, utilizando alguns drivers disponibilizados pelo portage, me deparei sempre com a seguinte mensagem no CUPS ao tentar imprimir qualquer coisa:
/usr/libexec/cups/filter/foomatic-rip failed
Depois de muito pesquisar, tentar localizar o defeito e finalmente acessar o site do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após passar algum tempo tentando instalar a minha impressora HP Laserjet no Gentoo, finalmente obtive sucesso.</p>
<p>Ao tentar fazer uma instalação normal, utilizando alguns drivers disponibilizados pelo portage, me deparei sempre com a seguinte mensagem no CUPS ao tentar imprimir qualquer coisa:</p>
<blockquote><p><em>/usr/libexec/cups/filter/foomatic-rip failed</em></p></blockquote>
<p>Depois de muito pesquisar, tentar localizar o defeito e finalmente acessar o <a href="http://foo2zjs.rkkda.com/" target="_blank">site do desenvolvedor</a> do driver, me deparei com o seguinte aviso:</p>
<blockquote><p><em><strong><span style="color: #ff0000">*** DON&#8217;T USE the foo2zjs package from:</span></strong></em></p>
<p><em><strong><span style="color: #ff0000">Ubuntu, SUSE, Mandrake/Mandriva, Debian, RedHat, Fedora, Gentoo, Xandros, EEE PC, Linpus, MacOSX, or BSD!</span></strong></em></p>
<p><em><strong><span style="color: #ff0000">*** Download it <a href="http://foo2zjs.rkkda.com/" target="_blank">here</a> and follow the directions<br />
</span></strong></em></p></blockquote>
<p>Eu não entendi exatamente qual o problema com o pacote foo2zjs disponibilizado no portage com as impressoras HP (descobrir isso ficará para depois), mas pelo que entendi alguns modelos são suportados apenas pelo foo2xqx.</p>
<p><a href="http://foo2xqx.rkkda.com/" target="_blank">http://foo2xqx.rkkda.com/</a></p>
<p>Para instalar e fazer funcionar a impressora eu apenas segui o procedimento indicado. Não sei se era necessário, mas instalei também o <em>net-print/hplip</em>. Ah, também coloquei o usblp como módulo para rodar o make install-hotplug.</p>
<p>Não sei se foi o mais adequado, mas por enquanto o importante é que funcionou desse modo. Depois, com mais calma, procurarei testar o procedimento de uma forma mais básica, para identificar o que realmente é necessário.</p>
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		</item>
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		<title>Vantagens, desvantagens e diferenças do Gentoo Linux &#8211; O Portage</title>
		<link>http://pnord.gentoobr.org/2009/10/16/vantagens-desvantagens-e-diferencas-do-gentoo-linux-o-portage/</link>
		<comments>http://pnord.gentoobr.org/2009/10/16/vantagens-desvantagens-e-diferencas-do-gentoo-linux-o-portage/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 19:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gentoo Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[VDD]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentando o Portage
&#8220;O Gentoo utiliza um sistema semelhante aos ports do BSD chamado Portage. O portage é um sistema de gerenciamento de pacotes que permite uma enorme flexibilidade para instalar e manter softwares no Gentoo. Ele oferece uma grande quantidade de recursos para o controle da compilação, como as USE flags, um resumo da instalação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Apresentando o Portage</strong></div>
<p><em>&#8220;O Gentoo utiliza um sistema semelhante aos ports do BSD chamado Portage. O portage é um sistema de gerenciamento de pacotes que permite uma enorme flexibilidade para instalar e manter softwares no Gentoo. Ele oferece uma grande quantidade de recursos para o controle da compilação, como as USE flags, um resumo da instalação antes dela começar, instalações seguras (através do sandboxing) e desinstalação de programas, perfis de sistema, proteção aos arquivos de configuração entre muitos outros recursos.&#8221; &#8211; </em>Tradução livre do FAQ do Gentoo.</p>
<p>E essa é uma das maiores vantagens do Gentoo<span style="background-color: #ffffff">. Com o Gentoo você pode compilar seu sistema inteiro a partir do código fonte, usando suas próprias otimizações. Você tem o controle total sobre os pacotes que serão ou não serão instalados, permitindo uma grande quantidade de escolhas, assim você &#8220;faz&#8221; o sistema do seu jeito.</span></p>
<p><strong>O Portage</strong></p>
<p>Até certo ponto, e falando grosseiramente, o Portage funciona como qualquer outro Gerenciador de Pacotes, permitindo que o usuário pesquise, leia descrições, verifique a última versão disponível, verifique a versão instalada, escolha a versão a ser instalada, instale, desinstale e atualize os programas do  Gentoo.</p>
<p>A grande diferença está na maneira como a instalação dos programas acontece. Enquanto nas outras distribuições GNU/Linux o gerenciador de pacotes baixa o pacote pré-compilado (ou seja, já compilado de uma forma genérica, para abranger o maior número de recursos e máquinas) o Portage baixa o código fonte e compila na sua própria máquina, com suas próprias configurações, otimizações e particularidades, definidas através do arquivo <em>/etc/make.conf </em>através de variáveis.</p>
<p>Comparando com outras distribuições, uma das desvantagens desse método de instalação é o fato de que os pacotes demoram mais tempo para instalar (pois a compilação é um processo que leva tempo), portanto antes de instalar o Gentoo deve-se saber que a instalação de programas leva mais tempo do que em outras distribuições.</p>
<p><span id="more-121"></span></p>
<p><strong>Algumas variáveis do </strong><em><strong>/etc/make.conf</strong><br />
</em>(para mais informações e variáveis, veja <em>man make.conf</em>)</p>
<p><strong>CHOST, CFLAGS e CXXFLAGS</strong></p>
<p>São as flags de otimização passadas ao compilador.</p>
<p>Leia sobre e veja uma lista de opções de acordo com seu processador aqui: <a href="http://en.gentoo-wiki.com/wiki/Safe_Cflags" target="_blank">http://en.gentoo-wiki.com/wiki/Safe_Cflags</a></p>
<p><strong>USE Flags</strong></p>
<p>São palavras chave passadas ao portage que define quais funcionalidades do programa a ser instalado devem ser ativadas ou desativadas, permitindo assim uma maior otimização do sistema. As USE flags podem ser comparadas ao parâmetro <em>&#8211;enable-FUNCTION </em>e <em>&#8211;disable-FUNCTION </em>passados ao <em>./configure</em> quando compilamos manualmente um pacote. (Veja <em>./configure &#8211;help</em> para mais informações)</p>
<p>Leia mais sobre USE Flags: <a href="http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/handbook-x86.xml?part=2&amp;chap=2" target="_blank">http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/handbook-x86.xml?part=2&amp;chap=2</a></p>
<p><strong>MAKEOPTS</strong></p>
<p>A variável MAKEOPTS define quantas compilações em paralelo devem ocorrer quando você instala um programa.</p>
<p>Essa variável é configurada pelo usuário durante a instalação do Gentoo de acordo com o Handbook.</p>
<p><strong>Para mais informações sobre o tema leia:</strong><br />
<a href="http://linuxreviews.org/man/portage/" target="_blank"><em>man portage</em></a><br />
<a href="http://linuxreviews.org/man/make.conf/" target="_blank"><em>man make.conf</em></a><br />
<a href="http://en.gentoo-wiki.com/wiki/Safe_Cflags" target="_blank">Gentoo-Wiki: Safe CFlags</a><br />
<a href="http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/handbook-x86.xml?part=2&amp;chap=1" target="_blank">Gentoo Handbook: A Portage Introduction</a></p>
<p><strong>Mais posts da série &#8220;Vantagens, Desvantagens e Diferenças do Gentoo Linux&#8221; &#8211; <a href="http://pnord.gentoobr.org/tag/vdd/" target="_blank">Clique Aqui</a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que usar o Gentoo?</title>
		<link>http://pnord.gentoobr.org/2009/03/23/por-que-o-gentoo/</link>
		<comments>http://pnord.gentoobr.org/2009/03/23/por-que-o-gentoo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 02:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gentoo Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[devaneios]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[porque]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente se pergunta (e me pergunta):
Qual a vantagem de usar o Gentoo? Por que usar? Qual o ganho real?
Umas das vantagens do Gentoo está no fato de que os programas instalados são compilados em sua própria máquina, utilizando os parâmetros e otimizações definidos por você mesmo.
Existem lendas e muita conversa de boteco já rolou  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Muita gente se pergunta (e me pergunta):</p>
<p><strong>Qual a vantagem de usar o Gentoo? Por que usar? Qual o ganho real?</strong></p>
<p>Umas das vantagens do Gentoo está no fato de que os programas instalados são compilados em sua própria máquina, utilizando os parâmetros e otimizações definidos por você mesmo.</p>
<p>Existem lendas e muita conversa de boteco já rolou  sobre a vantagem de ter o código compilado em sua própria máquina, ao invés de um programa compilado de maneira genérica e distribuído através de pacotes (.deb, .rpm, etc). Não é necessário entrar no mérito das otimizações do compilador para explicar porque é melhor ter seu programa compilado &#8220;por você mesmo&#8221; (através do portage).</p>
<p>Para responder este questionamento (de maneira superficial) basta ter certo conhecimento sobre as USE flags. As USE flags são como os parâmetros <em>&#8211;enable</em> ou <em>&#8211;disable</em> passados no <em>./configure</em> (veja <a href="http://comunidade-linux-brasil.info/content/view/128/1/" target="_blank">esse link</a> para mais informações) e permitem que você instale seus programas apenas com as funcionalidades que você precisa, deixando-o mais enxuto e, portanto, mais &#8220;leve&#8221;.</p>
<p><span id="more-7"></span></p>
<p><strong>Um exemplo prático?</strong></p>
<p>O Amarok.</p>
<p>Considerado por muitos como o melhor media player para o GNU/Linux, o Amarok vem conquistando cada vez mais fãs, inclusive entre os usuários do GNOME.</p>
<p>Porém em um sistema &#8220;empacotado&#8221;, ao instalar o Amarok através do gerenciador de pacotes (como o apt, no debian/ubuntu) é instalada também uma parte significativa do KDE . Usando a USE flag -kde no seu Gentoo Linux, você simplesmente remove essa necessidade, fazendo o download de 30 MB* de código fonte a menos e a instalação dessa grande parte (indesejável) do KDE.</p>
<p>* valor aproximado para o amarok-1.4.10-r2</p>
<p><strong>Existe algum ganho de desempenho nisso? De quanto?</strong></p>
<p>Bom, isso eu já não sei. Dizem que &#8220;o ser humano é muito bom em enxergar aquilo que ele quer ver&#8221;, mas eu percebo sim uma melhora significativa no desempenho geral de muitas aplicações.</p>
<p>Essa é apenas uma das muitas vantagens de utilizar um sistema que compila os programas que você vai utilizar, com as suas otimizações e com seus próprios parâmetros passados ao <em>configure</em> (através das USE flags).</p>
<p>Até a próxima.</p></div>
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