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	<title>Pnordico@Gentoo-BR &#187; GNU/Linux</title>
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	<description>Gentoo GNU/Linux - Queck!</description>
	<lastBuildDate>Sat, 31 Jul 2010 15:59:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Conheça o Gentoo Linux</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 01:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[
O que é o Gentoo?
O Gentoo é um sistema operacional livre baseado em Linux e/ou FreeBSD que pode ser otimizado e customizado para praticamente qualquer aplicação ou necessidade. Configurabilidade extrema, alta performance e alto nível da comunidade de usuários e desenvolvedores são as grandes marcas da experiência do Gentoo.
O Gentoo traz consigo uma ferramenta que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://pnord.gentoobr.org/files/2010/07/Larrythecow.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-304" title="Larrythecow" src="http://pnord.gentoobr.org/files/2010/07/Larrythecow.png" alt="" width="640" height="400" /></a></p>
<p><strong>O que é o Gentoo?</strong></p>
<p>O Gentoo é um sistema operacional livre baseado em Linux e/ou FreeBSD que pode ser otimizado e customizado para praticamente qualquer aplicação ou necessidade. Configurabilidade extrema, alta performance e alto nível da comunidade de usuários e desenvolvedores são as grandes marcas da experiência do Gentoo.</p>
<p>O Gentoo traz consigo uma ferramenta que torna-o capaz de ser instalado a gosto do usuário, podendo torná-lo um robusto e seguro sistema para servidores, um ambiente de trabalho com todos os recursos necessários, uma estação de desenvolvimento ou qualquer outra coisa que atenda às necessidades do usuário. Tudo isso graças ao <em><strong>portage</strong></em>.</p>
<p><strong>O que é o Portage?</strong></p>
<p>O <em><strong>Portage</strong></em> é o coração do Gentoo e executa suas principais funções. Por alto, o Portage é o sistema de distribuição de software do Gentoo, o que em outras distribuições também é chamado Gerenciador de Pacotes. O Portage mantém uma árvore que contém uma coleção completa de scripts que podem ser utilizados para a criação e instalação de programas no Gentoo. Atualmente existem mais de 10000 pacotes na árvore do portage com atualizações e novas adições sendo realizadas a todo instante.</p>
<p>O Portage também é uma ferramenta de compilação e instalação de programas. Quando você quiser instalar um programa o portage automaticamente compilará uma versão customizada do programa de acordo com as especificações do usuário, otimização para seu hardware e garantindo que as funções opcionais do programa que você tenha selecionado estejam ativadas &#8212; e as que você não deseja estejam desativadas.</p>
<p><strong>Quer saber mais sobre o Gentoo?</strong></p>
<p style="text-align: center">Visite-nos no canal <strong>#gentoo-br</strong> na rede <strong>Freenode</strong> ou</p>
<p style="text-align: center">Visite <a href="http://www.gentoo.org" target="_blank">www.gentoo.org</a> ou</p>
<p style="text-align: center">Visite <a href="http://www.gentoobr.org" target="_blank">www.gentoobr.org</a></p>
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		<title>Tux</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 02:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artwork]]></category>
		<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O Tux é a mascote oficial do sistema operativo GNU/Linux. O Tux, criado por Larry Ewing em 1996, é um pinguim gorducho que tem um ar satisfeito e saciado. A ideia da mascote do Linux ser um pinguim veio de Linus Torvalds, o criador do núcleo do Linux.
O Tux foi criado para um concurso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;O Tux é a mascote oficial do sistema operativo GNU/Linux. O Tux, criado por Larry Ewing em 1996, é um pinguim gorducho que tem um ar satisfeito e saciado. A ideia da mascote do Linux ser um pinguim veio de Linus Torvalds, o criador do núcleo do Linux.<br />
O Tux foi criado para um concurso de logotipos para Linux. O logotipo vencedor foi criado por Larry Ewing usando o GIMP (um pacote de software livre de edição gráfica) e foi lançado por ele sob as seguintes condições:</em></p>
<p><em> A autorização para o uso e/ou modificação desta imagem é concedida desde que me reconheça lewis@isc.tamu.edu e o GIMP, caso alguém pergunte&#8221; &#8211; Wikipedia</em></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 190px"><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/35/Tux.svg"><img title="Tux original" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/35/Tux.svg/180px-Tux.svg.png" alt="" width="180" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">Tux original</p></div>
<p>Essa (acima) foi a única imagem satisfatória do tux que eu consegui encontrar pela internet em formato SVG. Porém, não pude deixar de observar como essa imagem não se comportou nada bem tanto nos banners quanto nos logotipos que tentei fazer para o projeto utilizando-a. Por isso editei a imagem e criei um meu &#8220;Tux simplificado&#8221;, que se comportou melhor nos banners e logotipos, então compartilho-o aqui com vocês (clique na imagem para ampliar ou <a href="http://comunidade-linux-brasil.info/component/option,com_docman/task,cat_view/gid,30/Itemid,17/" target="_blank">aqui para acessar o site</a> e baixar o svg)</p>
<div id="attachment_181" class="wp-caption alignleft" style="width: 177px"><a href="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/12/MeuTux.png"><img class="size-full wp-image-181   " title="MeuTux" src="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/12/MeuTux.png" alt="MeuTux" width="167" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">Tux Simplificado</p></div>
<div id="attachment_182" class="wp-caption alignright" style="width: 177px"><a href="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/12/MeuTux-PB.png"><img class="size-full wp-image-182 " title="MeuTux-PB" src="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/12/MeuTux-PB.png" alt="Tux simplificado - Preto e Branco" width="167" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">Tux simplificado - Preto e Branco</p></div>
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		<title>Por que usar LXDE?</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 13:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[desktop]]></category>
		<category><![CDATA[lxde]]></category>
		<category><![CDATA[porque]]></category>

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		<description><![CDATA[LXDE
&#8220;O Lightweight X11 Desktop Environment, é um ambiente de área de trabalho extremamente rápido, ágil e poupador de energia. Ele é mantido por uma comunidade internacional de desenvolvedores e vem com uma bonita interface com o usuário, suporte a múltiplos idiomas, atalhos de teclado padrões e características adicionais, como um gerenciador de arquivos com navegação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>LXDE</strong></p>
<p><em>&#8220;O <strong>L</strong>ightweight <strong>X</strong>11 <strong>D</strong>esktop <strong>E</strong>nvironment, é um ambiente de área de trabalho extremamente rápido, ágil e poupador de energia. Ele é mantido por uma comunidade internacional de desenvolvedores e vem com uma bonita interface com o usuário, suporte a múltiplos idiomas, atalhos de teclado padrões e características adicionais, como um gerenciador de arquivos com navegação em abas. O código-fonte do LXDE está licenciado parcialmente sob os termos da Licença Pública Geral (GPL) e parcialmente sob a LGPL. O projeto LXDE iniciou-se em 2006 quando Hong Yen Jee,de Taiwan, conhecido como PCMan, publicou o primeiro componente, chamado &#8216;PCMan File Manager&#8217;.</em><em>&#8221; &#8211; <strong><a href="http://lxde.org/" target="_blank">LXDE.org</a></strong></em></p>
<div id="attachment_266" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-266 " title="LXDE" src="http://pnord.gentoobr.org/files/2010/03/desktop_full-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">LXDE</p></div>
<p>O LXDE é um ambiente de área de trabalho que tem seu desenvolvimento focado em máquinas de menor desempenho (como netbooks, por exemplo) sem depreciar a usabilidade. O nome LXDE significa significa &#8220;Lightweight X11 Desktop Environment&#8221; ou &#8220;Ambiente de área de trabalho leve para o X11&#8243; em português, tendo como características o fato de ser leve, rápido, bonito [de uma forma simples], desenvolvido em <em>GTK+2,</em> possuindo um conjunto de programas padrão para torná-lo um ambiente destkop que busca ser completo.</p>
<p><strong>Opinião</strong></p>
<p>O LXDE pode ser considerado uma opção perfeitamente adequada para quem procura um ambiente de trabalho leve e rápido, mas não abre mão de certas facilidades. Ultimamente sua comunidade tem crescido e o seu desenvolvimento tem apresentado melhorias consideráveis. Podemos afirmar que é um dos melhores ambientes para quem está cansado dos ambientes desktop inchados e cheios de firulas desnecessárias.</p>
<p><strong><a href="http://lxde.org/pt-br/image_galleries/screenshots" target="_blank">LXDE: Screenshots</a></strong></p>
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		<title>Vantagens, desvantagens e diferenças do Gentoo Linux – Software Branches</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 01:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gentoo Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[VDD]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentando os software branches (Ramos de Software)
Todo ebuild deve especificar uma variável keywords. Essa variável é utilizada para indicar a compatibilidade e estabilidade do pacote e do ebuild em cada plataforma (arch) [x86, amd64, sparc, ppc, ...]
Assim como outras distribuições classificam seus pacotes de acordo com sua estabilidade (stable, testing, unstable) o Gentoo Linux utiliza os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apresentando os software branches (Ramos de Software)</strong></p>
<p>Todo ebuild deve especificar uma variável <em>keywords</em>. Essa variável é utilizada para indicar a compatibilidade e estabilidade do pacote e do ebuild em cada plataforma (arch) [x86, amd64, sparc, ppc, ...]<br />
Assim como outras distribuições classificam seus pacotes de acordo com sua estabilidade (stable, testing, unstable) o Gentoo Linux utiliza os diferentes níveis de <em>keywords</em> para indicar em qual branch (ramo) o pacote se encontra.</p>
<p><strong>Os Diferentes Níveis de <em>keyword</em></strong></p>
<p><strong><em>arch</em> </strong>[Ex.: <em>x86, ppc, amd64, ...</em>]<br />
Equivalente ao ramo <em>stable</em>, indica que o programa na versão disponibilizada e o ebuild foram amplamente testados e não possuem problemas sérios na plataforma indicada pelo <em>keyword</em>. É o valor padrão assumido pelo sistema.</p>
<p><strong><em>~arch</em> </strong>[Ex.: ~<em>x86, ~ppc, ~amd64, ...</em>]<br />
Equivalente ao ramo <em>testing</em>, indica que o programa na versão disponibilizada e o ebuild deve funcionar sem possuir bugs sérios, porém mais testes são necessários antes do pacote ser considerado estável (com a keyword <em>arch</em>)</p>
<p><strong><em>-arch</em> </strong>[Ex.: -<em>x86, -ppc, -amd64, ...</em>]<br />
Não possui ramo equivalente, indica que o programa na versão disponibilizada não está disponível e não vai funcionar na plataforma indicada pelo <em>keyword</em>.</p>
<p><strong><em>Sem keyword</em></strong><br />
Um pacote que não possui nenhuma <em>keyword</em> associada para determinada plataforma indica que não sabemos se o pacote vai funcionar naquela plataforma específica e que mais testes são necessários.</p>
<p><strong><em>Hard Mask [M]</em></strong><br />
Equivalentes ao ramo <em>unstable</em>, pacotes <em>&#8220;mascarados&#8221;</em> ou <em>hard masked</em> são aquelas versões de programas e ebuilds considerados instáveis ou em desenvolvimento (como versões beta, por exemplo) e seu uso não é recomendável se você não souber o que estará fazendo.</p>
<p><span id="more-174"></span></p>
<p><strong>Utilizando os Software Branches (Ramos de Software)</strong></p>
<p>O Gentoo Linux, através de sua ferramenta de gerenciamento de pacotes, permite que combinações de programas de todos os ramos sejam utilizadas a gosto do usuário. Por exemplo, pode-se escolher o ramo <em>&#8217;stable&#8217;</em> (<em>arch)</em> como principal e, ainda assim, instalar determinados programas do ramo <em>&#8216;testing&#8217;</em> (<em>~arch</em>).</p>
<p>A variável <em><strong>ACCEPT_KEYWORDS</strong></em> do arquivo <em>make.conf</em> define qual será o ramo de software principal do seu sistema e o valor padrão (quando a variável não existe no arquivo) é o <em>arch</em> (stable).</p>
<p>Ao utilizar o ramo <em>&#8217;stable&#8217; </em>(<em>arch</em>) é possível indicar ao sistema quais softwares deverão ser instalados utilizando a versão do ramo <em>&#8216;testing&#8217; </em>(<em>~arch</em>) bastando, para isso, adicionar o nome do programa com a categoria ao arquivo<em> /etc/portage/package.keywords </em>utilizando seu editor de texto preferido ou um conjunto de funções do shell/bash (Ex.: app-office/openoffice-bin ). É possível também escolher uma versão específica referenciando também o número da versão especifica que deseja-se permitir a instalação (Ex.: =app-office/openoffice-bin-3.2.0 ) [Note o '=' antes da categoria]</p>
<p>Para permitir a instalação de pacotes que estão mascarados (<em>hard masked</em>), ou seja, são considerados do ramo <em>&#8216;unstable&#8217; </em>[<em>M</em>], basta adicionar adicionar o nome do programa com a categoria ao arquivo<em> /etc/portage/package.unmask </em>utilizando seu editor de texto  preferido ou um conjunto de funções do shell/bash (Ex.:  app-office/openoffice-bin ). É possível também escolher uma versão específica referenciando também o  número da versão especifica que deseja-se permitir a instalação (Ex.:  =app-office/openoffice-bin-3.2.0 ) [Note o '=' antes da categoria]</p>
<p>Para permitir a instalação de pacotes que acusem <em>missing keywords</em> (sem keyword), basta adicionar o nome do programa com a categoria seguido de <em>**</em> ao arquivo <em>/etc/portage/package.keywords</em> utilizando seu editor de texto preferido ou um conjunto de funções do shell/bash (Ex.: app-office/openoffice-bin ** ). É possível também escolher uma versão específica referenciando também o número da versão especifica que deseja-se permitir a instalação (Ex.: =app-office/openoffice-bin-3.2.0 ** ) [Note o '=' antes da categoria e dois asteriscos <em>'**'</em> após a entrada]</p>
<p>Existem muitas outras variáveis de controle e seleção de pacotes e ramos. Para obter mais informações sobre elas leia as man pages do portage (<em>man portage</em>)</p>
<p><strong>Para mais informações sobre o tema leia:</strong><br />
<a href="http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/handbook-x86.xml?part=3&amp;chap=3" target="_blank">Gentoo Handbook: Mixing Software Branches</a><br />
<a href="http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/handbook-x86.xml?part=2&amp;chap=1" target="_blank">Gentoo Handbook: A Portage Introduction</a><br />
<a href="http://devmanual.gentoo.org/keywording/index.html" target="_blank">Gentoo Development Guide: Keywording</a></p>
<p><strong>Mais posts da série &#8220;Vantagens, Desvantagens e Diferenças do Gentoo Linux&#8221; &#8211; <a href="http://pnord.gentoobr.org/tag/vdd/" target="_blank">Clique Aqui</a></strong></p>
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		<title>Kdocker e Alltray</title>
		<link>http://pnord.gentoobr.org/2010/03/09/kdocker-e-alltray/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 19:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[gnome]]></category>
		<category><![CDATA[kde]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma dica rápida para quem utiliza programas que não tem suporte nativo a ícones no systray (como o sunbird, songbird, firefox, thunderbird, etc) mas não quer manter a janela aberta na área de trabalho ou na lista de janelas.. Os dois programas a seguir servem justamente para essa função, criar um ícone no systray (ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dica rápida para quem utiliza programas que não tem suporte nativo a ícones no systray (como o sunbird, songbird, firefox, thunderbird, etc) mas não quer manter a janela aberta na área de trabalho ou na lista de janelas.. Os dois programas a seguir servem justamente para essa função, criar um ícone no systray (ou área de notificação) para minimizar o programa lá (ou &#8220;dockar&#8221;). (apenas minimizar, não é possível controlar o programa a partir do ícone).</p>
<p><strong>Alltray &#8211; </strong><a href="http://alltray.trausch.us/" target="_blank">http://alltray.trausch.us/</a></p>
<p>O alltray é um programa que pode ser utilizado em diversos gerenciadores de janelas e ambientes desktop, como o Metacity no Gnome, o Kwin no KDE e o Openbox. Com o alltray é possível já inicializar o programa minimizado na systray com um comando no shell (alltray PROGRAMA).</p>
<p>O alltray funcionou muito bem no Gnome, mas no KDE4.4 ele insistia em exibir a janela &#8220;dockada&#8221; na lista do alternador de janelas (alt+tab) o que me fez procurar outro docker para o KDE.</p>
<p><strong>Kdocker</strong> &#8211; <a href="https://launchpad.net/kdocker/" target="_blank">https://launchpad.net/kdocker/</a></p>
<p>O kdocker já é um docker que funcionou bem no KDE, apenas com a ressalva de que tive de utilizar o parâmetro <em>-y</em> para conseguir inicializar alguns programas já minimizado no systray através de um comando no shell  (<em>kdocker -y PROGRAMA</em>) .</p>
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		</item>
		<item>
		<title>isCallerPrivileged() failed</title>
		<link>http://pnord.gentoobr.org/2010/01/18/iscallerprivileged-failed/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 05:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente deparei-me com essa mensagem ao espetar qualquer dispositivo de mídia removível (USB), onde o sistema alegava ser impossível montar a unidade alegando apenas que isCallerPrivileged() failed. Pesquisando mais sobre o problema, descobri que usuários do KDE4 também relataram a ocorrência e encontrei o seguinte bug report: http://bugs.gentoo.org/show_bug.cgi?id=296153
Dando duas sugestões para evitar o problema (ambas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente deparei-me com essa mensagem ao espetar qualquer dispositivo de mídia removível (USB), onde o sistema alegava ser impossível montar a unidade alegando apenas que <em>isCallerPrivileged() failed</em>. Pesquisando mais sobre o problema, descobri que usuários do KDE4 também relataram a ocorrência e encontrei o seguinte bug report: <a href="http://bugs.gentoo.org/show_bug.cgi?id=296153" target="_blank">http://bugs.gentoo.org/show_bug.cgi?id=296153</a></p>
<p>Dando duas sugestões para evitar o problema (ambas funcionaram aqui).</p>
<p>A primeira sugestão, que funcionou sem mais problemas, foi adicionar o <em>consolekit</em> ao <em>default runlevel</em>.</p>
<blockquote><p><em>rc-update add consolekit default</em></p></blockquote>
<p>A segunda sugestão, que na verdade é um workaround e não uma solução propriamente dita, é reiniciar o daemon do HAL, o que também funcionou, mas tem o inconveniente de reiniciar também o X.</p>
<blockquote><p><em>/etc/init.d/hald restart</em></p></blockquote>
<p>Ficam dadas as sugestões e, caso tenha tempo e interesse, colabore com mais informações para a resolução do bug no bugzilla.</p>
<p><strong>UPDATE</strong></p>
<p>Seguindo a sugestão do Yporti (<a href="http://yporti.med.br/" target="_blank">http://yporti.med.br/</a>) resolvi remover o policykit das minhas USE flags (USE=&#8221;-policykit&#8221;) e, até então, tudo voltou a funcionar como deve normalmente.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>HP Laserjet no Gentoo</title>
		<link>http://pnord.gentoobr.org/2009/12/05/hp-laserjet-no-gentoo/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 06:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>

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		<description><![CDATA[Após passar algum tempo tentando instalar a minha impressora HP Laserjet no Gentoo, finalmente obtive sucesso.
Ao tentar fazer uma instalação normal, utilizando alguns drivers disponibilizados pelo portage, me deparei sempre com a seguinte mensagem no CUPS ao tentar imprimir qualquer coisa:
/usr/libexec/cups/filter/foomatic-rip failed
Depois de muito pesquisar, tentar localizar o defeito e finalmente acessar o site do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após passar algum tempo tentando instalar a minha impressora HP Laserjet no Gentoo, finalmente obtive sucesso.</p>
<p>Ao tentar fazer uma instalação normal, utilizando alguns drivers disponibilizados pelo portage, me deparei sempre com a seguinte mensagem no CUPS ao tentar imprimir qualquer coisa:</p>
<blockquote><p><em>/usr/libexec/cups/filter/foomatic-rip failed</em></p></blockquote>
<p>Depois de muito pesquisar, tentar localizar o defeito e finalmente acessar o <a href="http://foo2zjs.rkkda.com/" target="_blank">site do desenvolvedor</a> do driver, me deparei com o seguinte aviso:</p>
<blockquote><p><em><strong><span style="color: #ff0000">*** DON&#8217;T USE the foo2zjs package from:</span></strong></em></p>
<p><em><strong><span style="color: #ff0000">Ubuntu, SUSE, Mandrake/Mandriva, Debian, RedHat, Fedora, Gentoo, Xandros, EEE PC, Linpus, MacOSX, or BSD!</span></strong></em></p>
<p><em><strong><span style="color: #ff0000">*** Download it <a href="http://foo2zjs.rkkda.com/" target="_blank">here</a> and follow the directions<br />
</span></strong></em></p></blockquote>
<p>Eu não entendi exatamente qual o problema com o pacote foo2zjs disponibilizado no portage com as impressoras HP (descobrir isso ficará para depois), mas pelo que entendi alguns modelos são suportados apenas pelo foo2xqx.</p>
<p><a href="http://foo2xqx.rkkda.com/" target="_blank">http://foo2xqx.rkkda.com/</a></p>
<p>Para instalar e fazer funcionar a impressora eu apenas segui o procedimento indicado. Não sei se era necessário, mas instalei também o <em>net-print/hplip</em>. Ah, também coloquei o usblp como módulo para rodar o make install-hotplug.</p>
<p>Não sei se foi o mais adequado, mas por enquanto o importante é que funcionou desse modo. Depois, com mais calma, procurarei testar o procedimento de uma forma mais básica, para identificar o que realmente é necessário.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vantagens, desvantagens e diferenças do Gentoo Linux &#8211; O Portage</title>
		<link>http://pnord.gentoobr.org/2009/10/16/vantagens-desvantagens-e-diferencas-do-gentoo-linux-o-portage/</link>
		<comments>http://pnord.gentoobr.org/2009/10/16/vantagens-desvantagens-e-diferencas-do-gentoo-linux-o-portage/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 19:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gentoo Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[VDD]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pnord.gentoo-br.net/?p=121</guid>
		<description><![CDATA[Apresentando o Portage
&#8220;O Gentoo utiliza um sistema semelhante aos ports do BSD chamado Portage. O portage é um sistema de gerenciamento de pacotes que permite uma enorme flexibilidade para instalar e manter softwares no Gentoo. Ele oferece uma grande quantidade de recursos para o controle da compilação, como as USE flags, um resumo da instalação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Apresentando o Portage</strong></div>
<p><em>&#8220;O Gentoo utiliza um sistema semelhante aos ports do BSD chamado Portage. O portage é um sistema de gerenciamento de pacotes que permite uma enorme flexibilidade para instalar e manter softwares no Gentoo. Ele oferece uma grande quantidade de recursos para o controle da compilação, como as USE flags, um resumo da instalação antes dela começar, instalações seguras (através do sandboxing) e desinstalação de programas, perfis de sistema, proteção aos arquivos de configuração entre muitos outros recursos.&#8221; &#8211; </em>Tradução livre do FAQ do Gentoo.</p>
<p>E essa é uma das maiores vantagens do Gentoo<span style="background-color: #ffffff">. Com o Gentoo você pode compilar seu sistema inteiro a partir do código fonte, usando suas próprias otimizações. Você tem o controle total sobre os pacotes que serão ou não serão instalados, permitindo uma grande quantidade de escolhas, assim você &#8220;faz&#8221; o sistema do seu jeito.</span></p>
<p><strong>O Portage</strong></p>
<p>Até certo ponto, e falando grosseiramente, o Portage funciona como qualquer outro Gerenciador de Pacotes, permitindo que o usuário pesquise, leia descrições, verifique a última versão disponível, verifique a versão instalada, escolha a versão a ser instalada, instale, desinstale e atualize os programas do  Gentoo.</p>
<p>A grande diferença está na maneira como a instalação dos programas acontece. Enquanto nas outras distribuições GNU/Linux o gerenciador de pacotes baixa o pacote pré-compilado (ou seja, já compilado de uma forma genérica, para abranger o maior número de recursos e máquinas) o Portage baixa o código fonte e compila na sua própria máquina, com suas próprias configurações, otimizações e particularidades, definidas através do arquivo <em>/etc/make.conf </em>através de variáveis.</p>
<p>Comparando com outras distribuições, uma das desvantagens desse método de instalação é o fato de que os pacotes demoram mais tempo para instalar (pois a compilação é um processo que leva tempo), portanto antes de instalar o Gentoo deve-se saber que a instalação de programas leva mais tempo do que em outras distribuições.</p>
<p><span id="more-121"></span></p>
<p><strong>Algumas variáveis do </strong><em><strong>/etc/make.conf</strong><br />
</em>(para mais informações e variáveis, veja <em>man make.conf</em>)</p>
<p><strong>CHOST, CFLAGS e CXXFLAGS</strong></p>
<p>São as flags de otimização passadas ao compilador.</p>
<p>Leia sobre e veja uma lista de opções de acordo com seu processador aqui: <a href="http://en.gentoo-wiki.com/wiki/Safe_Cflags" target="_blank">http://en.gentoo-wiki.com/wiki/Safe_Cflags</a></p>
<p><strong>USE Flags</strong></p>
<p>São palavras chave passadas ao portage que define quais funcionalidades do programa a ser instalado devem ser ativadas ou desativadas, permitindo assim uma maior otimização do sistema. As USE flags podem ser comparadas ao parâmetro <em>&#8211;enable-FUNCTION </em>e <em>&#8211;disable-FUNCTION </em>passados ao <em>./configure</em> quando compilamos manualmente um pacote. (Veja <em>./configure &#8211;help</em> para mais informações)</p>
<p>Leia mais sobre USE Flags: <a href="http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/handbook-x86.xml?part=2&amp;chap=2" target="_blank">http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/handbook-x86.xml?part=2&amp;chap=2</a></p>
<p><strong>MAKEOPTS</strong></p>
<p>A variável MAKEOPTS define quantas compilações em paralelo devem ocorrer quando você instala um programa.</p>
<p>Essa variável é configurada pelo usuário durante a instalação do Gentoo de acordo com o Handbook.</p>
<p><strong>Para mais informações sobre o tema leia:</strong><br />
<a href="http://linuxreviews.org/man/portage/" target="_blank"><em>man portage</em></a><br />
<a href="http://linuxreviews.org/man/make.conf/" target="_blank"><em>man make.conf</em></a><br />
<a href="http://en.gentoo-wiki.com/wiki/Safe_Cflags" target="_blank">Gentoo-Wiki: Safe CFlags</a><br />
<a href="http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/handbook-x86.xml?part=2&amp;chap=1" target="_blank">Gentoo Handbook: A Portage Introduction</a></p>
<p><strong>Mais posts da série &#8220;Vantagens, Desvantagens e Diferenças do Gentoo Linux&#8221; &#8211; <a href="http://pnord.gentoobr.org/tag/vdd/" target="_blank">Clique Aqui</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>altgr+w = ? &#124; altgr+q = /</title>
		<link>http://pnord.gentoobr.org/2009/09/27/altgrw-altgrq/</link>
		<comments>http://pnord.gentoobr.org/2009/09/27/altgrw-altgrq/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 00:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Em teclados ABNT2 as teclas interrogação (?) e barra (/) são referenciadas como um atalho utilizando a tecla altgr (o alt direito). Em algums notebooks, por questões de espaço, a única opção é utilizar esses atalhos, já que a interrogação (?) e a barra (/) não possuem  uma tecla própria, mas sim atalhos (altgr+w para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Em teclados ABNT2 as teclas interrogação (?) e barra (/) são referenciadas como um atalho utilizando a tecla altgr (o alt direito). Em algums notebooks, por questões de espaço, a única opção é utilizar esses atalhos, já que a interrogação (?) e a barra (/) não possuem  uma tecla própria, mas sim atalhos (altgr+w para interrogação e altgr+q para barra).</p>
<p>O problema surge ao percebermos que nos terminais ou consoles (tty) esse atalho não funciona e ficamos sem poder utilizar estes caracteres, o que pode ser um transtorno. Resolvemos esse &#8220;problema&#8221; editando a configuração do keymap utilizado. Nesse caso estamos falando do keymap br-abnt2 onde as teclas W e Q precisam receber o atalho de ( ?) e (/) quando utilizadas junto com o altgr (o alt direito).</p>
<p><span id="more-101"></span></p>
<p>Como root, utilizamos os comandos</p>
<blockquote><p><em># cd &amp;&amp; cd ..</em></p></blockquote>
<p>Isso fará com que você acesse o seu diretório raiz já que não temos como digitar a tecla barra (/).</p>
<p>A partir daí é a seguinte sequência de comandos (tenha certeza de saber o que eles fazem antes de executá-los):</p>
<blockquote><p><em># cp usr/share/keymaps/i386/qwerty/br-abnt2.map.gz root/</em></p></blockquote>
<p>Em algumas distribuições o diretório correto pode ser <em>usr/share/kbd/keymaps/i386/qwerty/</em></p>
<blockquote><p><em># cd root/</em></p>
<p><em># gunzip </em><em>br-abnt2.map.gz</em></p></blockquote>
<p><em>Agora use um editor de texto (como o vi ou nano) para editar o arquivo de configuração do keymap e adicione as linhas:</em></p>
<p>Agora use um editor de texto (como o vi ou nano) para editar o arquivo do keymap</p>
<blockquote><p><em># vi br-abnt2.map</em></p></blockquote>
<p>E adicione as seguintes linhas</p>
<blockquote><p><em>altgr keycode 16 = slash</em></p>
<p><em>altgr keycode 17 = question</em></p></blockquote>
<p>Salve, feche e execute os seguintes comandos (tenha certeza de saber o que eles fazem antes de executá-los):</p>
<blockquote><p># mv br-abnt2.map.gz br-abnt2.map.gz.bkp</p>
<p># gzip br-abnt2.map</p>
<p># cd ..</p>
<p># cp root/br-abnt2.map.gz usr/share/keymaps/i386/qwerty/br-abnt2.map.gz</p></blockquote>
<p>Reinicie o serviço responsável pelo keymap ou reinicie o computador.</p>
<p><strong>Mas como é que eu vou acessar o usr/share/[...] se eu não posso usar a barra (/)?</strong></p>
<p>Use o tab para completar os nomes. Como você está no diretório raiz, é só digitar o usr e apertar tab que o bash vai autocompletar o nome com a barra.</p>
<p><strong>Se você fez alguma besteira e tudo deu errado&#8230;</strong></p>
<p>Temos o arquivo /root/br-abnt2.map.gz.bkp, que é o arquivo do keymap original, coloque ele de volta no lugar e tudo estará como antes.</p>
<p><strong>Essa informação foi útil? Comente.</strong></p>
</div>
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		<title>Por que usar o Fluxbox?</title>
		<link>http://pnord.gentoobr.org/2009/08/30/por-que-usar-o-fluxbox/</link>
		<comments>http://pnord.gentoobr.org/2009/08/30/por-que-usar-o-fluxbox/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 04:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel &#34;Pnordico&#34; Menezes</dc:creator>
				<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[desktop]]></category>
		<category><![CDATA[fluxbox]]></category>
		<category><![CDATA[porque]]></category>

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		<description><![CDATA[Fluxbox
&#8220;O Fluxbox é um gerenciador de janelas para o X baseado no código do Blackbox 0.61.1. É muito leve e fácil de manusear e ainda assim cheio de recursos para proporcionar uma experiência fácil e extremamente veloz em desktops. É escrito em C++ e licenciado sob a licença MIT.&#8221; &#8211; Fluxbox.org


O Fluxbox, apesar da sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>Fluxbox</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>&#8220;O Fluxbox é um gerenciador de janelas para o X baseado no código do Blackbox 0.61.1. É muito leve e fácil de manusear e ainda assim cheio de recursos para proporcionar uma experiência fácil e extremamente veloz em desktops. É escrito em C++ e licenciado sob a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_MIT" target="_blank">licença MIT</a>.&#8221;</em> &#8211; <strong><a href="http://www.fluxbox.org/" target="_blank"><em>Fluxbox.org</em></a></strong></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<div id="attachment_74" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/08/fluxbox01.jpg"><img class="size-medium wp-image-74 " src="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/08/fluxbox01-300x225.jpg" alt="Fluxbox" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Fluxbox</p></div>
<p style="text-align: justify">O Fluxbox, apesar da sua simplicidade, possui uma quantidade significativa de opções nativas que agregam um valioso conjunto de funcionalidades adicionais como: uma lista de comandos específicos, um menu completamente editável, a utilização de janelas em abas, que permite agrupar aplicações diferentes em &#8220;abas&#8221; de uma mesma janela, entre muitos outros. Uma breve descrição e imagens de algumas dessas funcionalidades podem ser vistas no <a href="http://www.fluxbox.org/features/" target="_blank">featurelist</a> (em inglês) do fluxbox .</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-72"></span></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Opinião</strong></p>
<p style="text-align: justify">O Fluxbox é uma opção viável em diversas situações por seu pequeno tamanho e sua velocidade e leveza, sendo adotado tanto em máquinas antigas quanto em distribuições que focam em minimalismo ao extremo, tornando-se também uma opção muito utilizada quando se faz necessária (por algum motivo que não nos cabe julgar) a utilização de algum gerenciador de janelas em servidores.</p>
<p style="text-align: justify">Apesar da sua simplicidade e sua inicial &#8220;feiúra&#8221;, pode-se dizer que o Fluxbox é um gerenciador de janelas totalmente customizável pelo usuário através dos seus arquivos de configuração, fazendo com que sua &#8220;real beleza&#8221;, dependa mais do usuário que o configura do que do próprio gerenciador de janelas. Vale a pena citar também que existem diversas ferramentas auxiliares externas ao projeto (ou &#8220;não-nativas&#8221;) que trazem funcionalidades adicionais que podem ser valiosas nesse quesito.</p>
<p style="text-align: justify">Para ter uma ideia do quão personalizável é o Fluxbox, compare a foto inicial deste post com as fotos abaixo mostradas.</p>
<p style="text-align: right">
<div id="attachment_75" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/08/fluxbox02.jpg"><img class="size-medium wp-image-75 " src="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/08/fluxbox02-300x225.jpg" alt="Fluxbox Personalizado" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Fluxbox Personalizado</p></div>
<div id="attachment_76" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/08/fluxbox03.png"><img class="size-thumbnail wp-image-76 " src="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/08/fluxbox03-150x150.png" alt="Retirado do site do Fluxbox" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Retirado do site do Fluxbox</p></div>
<div id="attachment_77" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/08/fluxbox04.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-77 " src="http://pnord.gentoobr.org/files/2009/08/fluxbox04-150x150.jpg" alt="Imagem do DSL, uma distro minimalista que usa o Flux como padrão" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do DSL, uma distro minimalista que usa o Flux como padrão</p></div>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
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