O prazer do repositório testing
Já tentamos usar o “stable”… Dias e mais dias de agonia, tentativas diárias, todas frustradas, de aparecer um pacote novo para ser atualizado. Usar o “stable” é bom, dá uma grande segurança, quase uma certeza de que nada irá quebrar. Mas o “testing”…
O “testing” é emoção, é desafio, é contornar um bug, é mexer com o novo, são novidades diárias. É um pacote que não compila, é um segfault no pré-compilado. E quando funciona de primeira? Enorme alegria! Vamos ver o que tem de novo no programa recém instalado. Ah, não era nada? Apenas correção de falhas que você nem sabia que existiam? Não tem problema, amanhã certamente teremos mais novidades!
A cada atualização a sensação de “será que já corrigiram aquela falha?”, “será que já adicionaram aquela nova funcionalidade?”, “será que agora compila?”. Bleeding Edge como estilo de vida.
E quando o testing não é mais suficiente? E quando o “bleeding edge” proporcionado pelo repositório não é suficiente? Então entramos em um outro nível… Utilizamos repositórios de terceiros (ainda que oficiais, como os overlays, no caso do gentoo) ou partimos diretamente para o programa em desenvolvimento, a famosa “versão -svn” (ou git, mercurial, cvs). Fresquinha, nem foi lançada ainda, ainda está sendo desenvolvida, ainda está sendo programada.
É o prazer do novo como forma de entretenimento.
Tags: devaneios