Kdocker e Alltray

Uma dica rápida para quem utiliza programas que não tem suporte nativo a ícones no systray (como o sunbird, songbird, firefox, thunderbird, etc) mas não quer manter a janela aberta na área de trabalho ou na lista de janelas.. Os dois programas a seguir servem justamente para essa função, criar um ícone no systray (ou área de notificação) para minimizar o programa lá (ou “dockar”). (apenas minimizar, não é possível controlar o programa a partir do ícone).

Alltray – http://alltray.trausch.us/

O alltray é um programa que pode ser utilizado em diversos gerenciadores de janelas e ambientes desktop, como o Metacity no Gnome, o Kwin no KDE e o Openbox. Com o alltray é possível já inicializar o programa minimizado na systray com um comando no shell (alltray PROGRAMA).

O alltray funcionou muito bem no Gnome, mas no KDE4.4 ele insistia em exibir a janela “dockada” na lista do alternador de janelas (alt+tab) o que me fez procurar outro docker para o KDE.

Kdockerhttps://launchpad.net/kdocker/

O kdocker já é um docker que funcionou bem no KDE, apenas com a ressalva de que tive de utilizar o parâmetro -y para conseguir inicializar alguns programas já minimizado no systray através de um comando no shell  (kdocker -y PROGRAMA) .

isCallerPrivileged() failed

Recentemente deparei-me com essa mensagem ao espetar qualquer dispositivo de mídia removível (USB), onde o sistema alegava ser impossível montar a unidade alegando apenas que isCallerPrivileged() failed. Pesquisando mais sobre o problema, descobri que usuários do KDE4 também relataram a ocorrência e encontrei o seguinte bug report: http://bugs.gentoo.org/show_bug.cgi?id=296153

Dando duas sugestões para evitar o problema (ambas funcionaram aqui).

A primeira sugestão, que funcionou sem mais problemas, foi adicionar o consolekit ao default runlevel.

rc-update add consolekit default

A segunda sugestão, que na verdade é um workaround e não uma solução propriamente dita, é reiniciar o daemon do HAL, o que também funcionou, mas tem o inconveniente de reiniciar também o X.

/etc/init.d/hald restart

Ficam dadas as sugestões e, caso tenha tempo e interesse, colabore com mais informações para a resolução do bug no bugzilla.

UPDATE

Seguindo a sugestão do Yporti (http://yporti.med.br/) resolvi remover o policykit das minhas USE flags (USE=”-policykit”) e, até então, tudo voltou a funcionar como deve normalmente.

Lançada e atualizada a Galeria do GentooBR.org

É com enorme prazer que, como parte do subprojeto ARTWORK, lançamos no site principal do GentooBR.org a página Galeria (http://gentoobr.org/galeria/) como um canal para disponibilização de todo o material produzido para e pelo público e comunidade do Projeto GentooBR.

HP Laserjet no Gentoo

Após passar algum tempo tentando instalar a minha impressora HP Laserjet no Gentoo, finalmente obtive sucesso.

Ao tentar fazer uma instalação normal, utilizando alguns drivers disponibilizados pelo portage, me deparei sempre com a seguinte mensagem no CUPS ao tentar imprimir qualquer coisa:

/usr/libexec/cups/filter/foomatic-rip failed

Depois de muito pesquisar, tentar localizar o defeito e finalmente acessar o site do desenvolvedor do driver, me deparei com o seguinte aviso:

*** DON’T USE the foo2zjs package from:

Ubuntu, SUSE, Mandrake/Mandriva, Debian, RedHat, Fedora, Gentoo, Xandros, EEE PC, Linpus, MacOSX, or BSD!

*** Download it here and follow the directions

Eu não entendi exatamente qual o problema com o pacote foo2zjs disponibilizado no portage com as impressoras HP (descobrir isso ficará para depois), mas pelo que entendi alguns modelos são suportados apenas pelo foo2xqx.

http://foo2xqx.rkkda.com/

Para instalar e fazer funcionar a impressora eu apenas segui o procedimento indicado. Não sei se era necessário, mas instalei também o net-print/hplip. Ah, também coloquei o usblp como módulo para rodar o make install-hotplug.

Não sei se foi o mais adequado, mas por enquanto o importante é que funcionou desse modo. Depois, com mais calma, procurarei testar o procedimento de uma forma mais básica, para identificar o que realmente é necessário.

Para que escrevo?

Compartilhar é a palavra. Verbo transitivo que significa “dividir, repartir, distribuir” com alguém.

Compartilhar experiências, necessidades, desejos, defeitos e virtudes. Compartilhar alegrias e tristezas, perguntas e respostas, problemas e soluções.

Compartilhar é fundamental para o estabelecimento, crescimento, desenvolvimento e manutenção de uma comunidade(*). Compartilhar conhecimento é fundamental para a Liberdade, em especial para o Software Livre.

Não compartilho apenas conhecimento, mas compartilho também minha ignorância, meu desconhecimento sobre determinado assunto, meu interesse sobre o desconhecido, minhas dúvidas, escuridão que é iluminada por alguém que possua conhecimento e esteja disposto a compartilhar.

Portanto digo que busco iluminar e ser iluminado.

Como certa vez disse-me meu pai: “Aquele que ensina, aprende duas vezes”. E algo que eu aprendi na faculdade é que: “Suas dúvidas são minhas dúvidas”. Esta segunda representa dizer que a resposta ao questionamento de um pode ser a resposta ao questionamento de vários, pois o conhecimento estará compartilhado (aberto) a todos.

Por isso eu gosto de dizer… Escrevo para compartilhar.

(*) Do ponto de vista da sociologia, uma comunidade é um conjunto de pessoas que se organizam sob o mesmo conjunto de normas, geralmente vivem no mesmo local, sob o mesmo governo ou compartilham do mesmo legado cultural e histórico. (Fonte: Wikipedia)

Novos Banners do site principal

Foi lançada hoje a atualização dos banners utilizados na página inicial do Gentoo-BR.

O prazer do repositório testing

Ah, mas nada se compara ao enorme prazer proporcionado por usar um repositório “testing”, independente de distribuição, independente de gerenciador de pacotes.

Já tentamos usar o “stable”… Dias e mais dias de agonia, tentativas diárias, todas frustradas, de aparecer um pacote novo para ser atualizado. Usar o “stable” é bom, dá uma grande segurança, quase uma certeza de que nada irá quebrar. Mas o “testing”…

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Vantagens, desvantagens e diferenças do Gentoo Linux – O Portage

Apresentando o Portage

“O Gentoo utiliza um sistema semelhante aos ports do BSD chamado Portage. O portage é um sistema de gerenciamento de pacotes que permite uma enorme flexibilidade para instalar e manter softwares no Gentoo. Ele oferece uma grande quantidade de recursos para o controle da compilação, como as USE flags, um resumo da instalação antes dela começar, instalações seguras (através do sandboxing) e desinstalação de programas, perfis de sistema, proteção aos arquivos de configuração entre muitos outros recursos.” – Tradução livre do FAQ do Gentoo.

E essa é uma das maiores vantagens do Gentoo. Com o Gentoo você pode compilar seu sistema inteiro a partir do código fonte, usando suas próprias otimizações. Você tem o controle total sobre os pacotes que serão ou não serão instalados, permitindo uma grande quantidade de escolhas, assim você “faz” o sistema do seu jeito.

O Portage

Até certo ponto, e falando grosseiramente, o Portage funciona como qualquer outro Gerenciador de Pacotes, permitindo que o usuário pesquise, leia descrições, verifique a última versão disponível, verifique a versão instalada, escolha a versão a ser instalada, instale, desinstale e atualize os programas do  Gentoo.

A grande diferença está na maneira como a instalação dos programas acontece. Enquanto nas outras distribuições GNU/Linux o gerenciador de pacotes baixa o pacote pré-compilado (ou seja, já compilado de uma forma genérica, para abranger o maior número de recursos e máquinas) o Portage baixa o código fonte e compila na sua própria máquina, com suas próprias configurações, otimizações e particularidades, definidas através do arquivo /etc/make.conf através de variáveis.

Comparando com outras distribuições, uma das desvantagens desse método de instalação é o fato de que os pacotes demoram mais tempo para instalar (pois a compilação é um processo que leva tempo), portanto antes de instalar o Gentoo deve-se saber que a instalação de programas leva mais tempo do que em outras distribuições.

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Novo layout do site principal

Está concluído e implementado o primeiro projeto do grupo de ARTWORK do Gentoo-BR:  O novo layout do site principal, com banners, icons e a logomarca do projeto.

altgr+w = ? | altgr+q = /

Em teclados ABNT2 as teclas interrogação (?) e barra (/) são referenciadas como um atalho utilizando a tecla altgr (o alt direito). Em algums notebooks, por questões de espaço, a única opção é utilizar esses atalhos, já que a interrogação (?) e a barra (/) não possuem  uma tecla própria, mas sim atalhos (altgr+w para interrogação e altgr+q para barra).

O problema surge ao percebermos que nos terminais ou consoles (tty) esse atalho não funciona e ficamos sem poder utilizar estes caracteres, o que pode ser um transtorno. Resolvemos esse “problema” editando a configuração do keymap utilizado. Nesse caso estamos falando do keymap br-abnt2 onde as teclas W e Q precisam receber o atalho de ( ?) e (/) quando utilizadas junto com o altgr (o alt direito).

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